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Adaptações neuromusculares ao treino da força :

by Santos, Pedro Vítor Mil-Homens Ferreira
Published by : FMH, (Lisboa :) Physical details: XXI, 309 p.; 30 cm Subject(s): Doutoramento | Electromiografia | Força | Músculo | Movimento | Treino físico | Salto em profundidade | Resistência Year: 1995
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Item type Location Collection Call number Copy Status Date due
Tese Tese Faculdade de Motricidade Humana
FMH-BIBLIOTECA
Biblioteca Didática Tese D 149 (Browse shelf) 0 Checked out 2020-09-24
Tese Tese Faculdade de Motricidade Humana
FMH-BIBLIOTECA
Tese D 150 (Browse shelf) 0 Apenas consulta local
Tese Tese Reitoria - SDP
SDP-Teses
Teses de doutoramento ULisboa TD043 FMH MH7 1996 (Browse shelf) 3 Sem empréstimo

Pereira, José Henrique Fuentes Gomes - Orientador; Cabri, Jan Maria Hendrick - Co-orientador. Doutoramento em Motricidade Humana na especialidade de Ciências do Desporto. Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana. 1995

O presente trabalho teve por objectivo estudar as adaptações neuromusculares induzidas pelo treino da força reactiva dos músculos extensores dos membros inferiores, através da utilização de exercícios que envolveram o ciclo muscular de alongamento-encurtamento (CMAE), durante um período sequencial de Treino-Destreino-Treino.

Treze sujeitos do sexo masculino participaram num processo de treino da força reactiva durante oito semanas de treino, seguidas por quatro semanas de destreino e por mais quatro semanas de treino. Os sujeitos realizaram três a quatro sessões de treino por semana, nas quais utilizaram o salto em profundidade (SP) como exercício fundamental de treino. Para além da avaliação inicial, foram realizadas avaliações no final de cada quatro semanas. Os testes incluíram a realização de Saltos a partir de uma Posição Estática (SE), Saltos com Contra-Movimento (SCM), uma bateria de SP (25 a 70 cm) e um teste de força isométrica dos membros inferiores. Os sinais da componente vertical das forças de reacção do solo (Fz), do deslocamento angular das articulações do joelho e tibio-társica, bem como dos registos electromiográficos (EMG) dos músculos vasto interno (VI), bicípite crural (BC), gémeos (GE) e solear (SOL), foram recolhidos e armazenados para análise. Os resultados mostraram que quando a qualidade dos estímulos de treino foi controlada, o padrão EMG se caracterizou por um aumento do IEMG das fases de Pré-Activação e de Activação Reflexa, e por uma redução do IEMG durante a fase de Activação Retardada. O aumento da activação nervosa durante a fase de Activação Reflexa, mostrou que o reflexo de alongamento contribuiu para o incremento do "input" neural. As alterações positivas na fase de Activação Reflexa mostraram-se correlacionadas com a diminuição do Tempo Total de Contacto com o solo e com a Elevação do Centro de Gravidade. A relação força-alongamento do músculo tricípete sural, evidenciou que o presente processo de treino induziu alterações no comportamento elástico do complexo músculo-tendinoso que resultaram num balanço energético positivo indicador de que ocorreu uma potenciação da resposta de força. A diminuição da amplitude total do alongamento sugeriu que parte da acção excêntrica tenha passado a ocorrer dentro dos limites do stiffness muscular de pequenas amplitudes, assim como a alteração do declive da fase de alongamento mostrou um aumento positivo no stiffness muscular do complexo músculo-tendinoso.

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