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Análise do padrão de participação muscular no exercício de step :

by Santos, Rita Alexandra Prior Falhas
Published by : [s. n.], ([Cruz Quebrada] :) Physical details: 149 p.; 30 cm Subject(s): Biomecânica | Electromiografia | Fisiologia | Joelho | Membro inferior | Mestrado | Músculo | Música | Tarefa motora | Tornozelo | Treino físico Year: 1999
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Tese Tese Faculdade de Motricidade Humana
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Tese M 530 (Browse shelf) 0 Apenas consulta local
Tese Tese Faculdade de Motricidade Humana
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Tese M 531 (Browse shelf) 0 Available
Tese Tese Reitoria - SDP
SDP-Teses
TM043 FMH ES6 2000 (Browse shelf) 1 Sem empréstimo

Correia, Pedro Luís Camecelha Pezarat - Orientador. Mestrado em Motricidade Humana - Exercício e Saúde. Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana. 1999

Foram objectivos deste trabalho, analisar o padrão de activação neuromuscular no membro inferior, no movimento do passo básico (PB) de Step, e investigar a influência da cadência sobre esse padrão. METODOLOGIA: 20 sujeitos do sexo feminino, praticantes experientes de Step, executaram duas vezes consecutivas, 8 PB com liderança à direita e 8 PB com liderança à esquerda, com cadências de 122,130 e 138 bpm, numa plataforma de step com 15 cm de altura. Foi monitorizado o membro inferior direito, registando-se o sinal da plataforma de forças (Fz), e através de telemetria, os sinais de três goniómetros colocados na coxo-femural, joelho e tornozelo e os electromiogramas de superfície do Grande Glúteo (GG), Bicípede Femural (BF), Semitendinoso (ST), Recto Femural (RF), Vasto Externo (VE), Gémeo Interno (GI), Solear (SOL) e Tibial Anterior (TA). Relativamente ao funcionamento do membro inferior como perna de liderança e como perna de impulsão, foram determinadas a curva da Fz, as curvas de deslocamento e velocidade angular das articulações, os picos de velocidade da flexão, na recepção no solo e da extensão, na impulsão, e a razão do integral electromiográfico em ordem ao tempo. CONCLUSÕES: Relativamente à participação muscular: a) na perna de liderança, o GG coactivando com o RF e VE, apresentam a sua actividade mais intensa na subida da outra perna para o step. O BF e o ST coactivam no início da subida e no início da descida. O GI e o SOL pré-activam antes do contacto com o solo, sendo a sua actividade determinante na acção excêntrica da recepção ao nível do tornozelo; b) na perna de impulsão, o GG apresenta actividade moderada durante os apoios no solo e no step. O RF e o VE suportam o início da descida da perna de liderança. O BF e o ST participam essencialmente no final da impulsão no solo. O GI e o SOL têm actividade intensa na fase inicial da impulsão. O TA apresenta actividade mantida na perna de liderança e na perna de impulsão, na estabilização articular. Nos músculos da coxa, a participação é mais intensa na perna de liderança do que na perna de impulsão. Nos músculos da perna, verificou-se maior activação na perna de impulsão do que na perna de liderança. Relativamente à influência da cadência concluímos que: nas fases de recepção e impulsão, não há alterações significativas relativamente ao pico de velocidade do joelho, mas sim no tornozelo, entre os 122 e 130 bpm. Entre os 130 e os 138 bpm a velocidade não aumenta. Quanto à participação muscular, nos músculos da coxa há um aumento progressivo, sendo mais acentuado e significativo entre os 130 e 138 bpm. Relativamente aos músculos da perna, verifica-se um aumento entre as três cadências, sendo significativo no GI mas não no SOL. Em ambas as pernas, não se verificou influência da cadência no TA.

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