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Prevalência e incidência de lesões músculo-esqueléticas e factores de risco associados numa equipa de futebol profissional

by Carvalho, Helena Isabel Simões Lopes de
Published by : [s. n.] ([Cruz Quebrada]) Physical details: [228] p. 30 cm + CD-ROM Subject(s): Epidemiologia | Factores de risco | Futebol | Lesão músculo-esquelética | Mestrado | Prevenção Year: 2011
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Tese Tese Faculdade de Motricidade Humana
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Tese Tese Reitoria - SDP
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Dissertações de mestrado ULisboa TM043 FMH ES3 2011 (Browse shelf) 4 Sem empréstimo
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Oliveira, Raul Alexandre Nunes da Silva - Orientador. Mestrado em Exercício e Saúde. Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana. 2011

Objectivo: Analisar a prevalência e a incidência das lesões músculo-esqueléticas em futebolistas profissionais, caracterizar a sua severidade, distribuição por localização e tipologia, o seu padrão de ocorrência e identificar potenciais factores de risco e mecanismos de lesão associados.
Desenho do Estudo: Estudo epidemiológico de carácter descritivo e metodologia transversal/design prospectivo.
Métodos: Amostra de 44 futebolistas profissionais masculinos (18-35 anos) do SLB, ao longo de duas épocas completas (2007-2009). As definições operacionais e os aspectos metodológicos do estudo estão de acordo com a proposta consensual do ICG da F-MARC. Foi utilizada estatística descritiva e inferencial (Qui-quadrado e odds ratio), com nível de significância de p 0,05.
Resultados e Discussão: Registaram-se 60 lesões, com uma prevalência de 65,9% e uma incidência de 5,9 lesões/1000 HE, de 2,3 lesões/1000 HT e de 25,7 lesões/1000 HJ. 71,6% das lesões localizaram-se nos membros inferiores (41,7% na coxa), 58,3% foram lesões musculares, 15% foram recidivas, 56,7% de severidade moderada e 25% major, com uma média de paragem de 26 dias (± 36,8). A maioria (66,7%) ocorreu por sobrecarga, 75% sem contacto e 91% sem falta, 65% durante os jogos sobretudo na segunda parte (56%) e na época competitiva (75%). A probabilidade de sofrer uma lesão foi quase 5 vezes superior nos jogadores mais expostos aos jogos (OR=4,667, CI=1,299-16,761, p=0,33).
Conclusões: O risco de lesão nas duas épocas foi elevado com 2 em cada 3 jogadores a sofrer, pelo menos, uma lesão limitadora da sua performance e a equipa a poder esperar por cada 10 jogadores cerca de 13,6 lesões. As elevadas exigências do futebol actual, aliadas a uma densa calendarização de jogos e treinos, implicam uma maior exposição aos riscos de lesão e desgaste físico e mental dos jogadores, predispondo-os à ocorrência de lesões.

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