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Variação da condição física e estados de fadiga ao longo de uma época na modalidade andebol

by Montes, Flávio Afonso
Published by : [s.n.] ([Cruz Quebrada]) Physical details: IX, 67 p. 30 cm + CD-ROM Subject(s): Andebol | Capacidade física | Fadiga | Fisiologia do esforço | Mestrado | Treino desportivo Year: 2011
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Tese Tese Faculdade de Motricidade Humana
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CD-ROM CD-ROM Faculdade de Motricidade Humana
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Tese Tese Reitoria - SDP
SDP-Teses
Dissertações de mestrado ULisboa TM043 FMH TAR11 2011 (Browse shelf) 3 Sem empréstimo
CD-ROM CD-ROM Reitoria - SDP
SDP-Teses
Dissertações de mestrado ULisboa TM043 FMH TAR11/A 2011 (Browse shelf) 4 Sem empréstimo

Alves, Francisco José Bessone Ferreira - Orientador. Mestrado em Treino de Alto Rendimento. Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana. 2011

O objectivo do estudo foi mensurar através da condição física e dos estados de humor (POMS), possíveis estados de fadiga no andebol. A amostra foi constituída por 14 atletas (masculinos), com idades entre 18 e 35 anos (Equipa Portuguesa). O experimento foi realizado em três momentos da época: (M1 — período de repouso), (M2 — após mesociclo preparatório) e (M3 — período competitivo). Em média a capacidade física da equipa não apresentou diferenças significativas entre os três momentos. No M1, a escala tensão (POMS), apresentou valores estatisticamente superiores que M2 e M3. A escala Fadiga apresentou aumento progressivo dos valores médios entre M1 e M3 e uma certa oscilação, mostrando que alguns atletas apresentaram sinais de fadiga no decorrer da temporada. Durante o mesociclo preparatório a percepção subjectiva do esforço (PSE) apresentou valores médios que variaram entre 2 e 4, mostrando que as intensidades das cargas de treino não foram altas. Levando em consideração o facto de que a diminuição da capacidade de trabalho é o primeiro indicador de fadiga, podemos considerar que 4 atletas ou 28,5% da amostra por terem apresentado queda de desempenho progressivo, são possíveis indicadores de fadiga. No entanto, não houve correlação entre a condição física e o POMS.

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