| Item type | Location | Call number | Copy | Status | Date due |
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Tese |
Instituto Superior de Economia e Gestão ISEG (iseg) | HG930.5.S55 2005 (Browse shelf) | 1 | Sem empréstimo | |
Tese |
Instituto Superior de Economia e Gestão ISEG (iseg) | HG930.5.S55 2005 (Browse shelf) | 2 | Available | |
Tese |
Reitoria - SDP SDP-Teses | TM043 ISEG EEE7 2005 (Browse shelf) | 1 | Sem empréstimo |
Mendonça, António - Orientador. Mestrado em Economia e Estudos Europeus. Instituto Superior de Economia e Gestão. Universidade Técnica de Lisboa. 2005
Passados cinco anos da unificação monetária na Europa é ainda cedo para fazer uma avaliação definitiva das suas consequências mas é já possível tentar extrair algumas pistas. O objectivo deste trabalho é analisar a relação estatística entre a correlação de ciclos dos países da União Europeia e as respectivas trocas comerciais bilaterais no período entre 1967 e 2003. Os resultados apontam para a existência de uma relação positiva entre ambos que confirmam a tese da endogeneidade proposta por Frankel e Rose (1998). Este efeito é ainda mais pronunciado se se considerarem apenas os doze países da zona euro. Ao mesmo tempo, num anexo ao capítulo 3, é apresentada uma estimativa do efeito da União Económica e Monetária no comércio de 31%. Dois resultados que permitem responder afirmativamente à questão do título: a zona do euro está a caminhar para uma zona monetária óptima.
Five years after the monetary unification in Europe is still very early to provide a definitive evaluation of its consequences but it is possible to find some evidences. Observing the statistic relationship between cycles correlation and trade patterns in European Union since 1967 to 2003 we conclude that there is a positive relationship that supports the endogeneity argument proposed by Frankel and Rose (1998). This result is even stronger if we consider only the 12 eurozone countries. At the same time, we find an effect of EMU in trade of 31%, presented at the end of chapter 3. With this we can answer affirmatively to the title's question. The eurozone is, in fact, moving towards an optimum currency area.
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