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Ruído industrial :

by Rodrigues, Carla Maria Fernandes
Published by : [s.n.], ([Cruz Quebrada] :) Physical details: 158 p. : il. ; 30 cm Subject(s): Ergonomia | Ergonomia industrial | Higiene e segurança no trabalho | Mestrado | Ruído | Segurança do trabalho Year: 2004
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Livro Livro Faculdade de Motricidade Humana
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Tese Tese Reitoria - SDP
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Dissertações de mestrado ULisboa TM043 FMH EST4 2004 (Browse shelf) 3 Sem empréstimo

Miguel, Alberto Sérgio de Sá Rodrigues - Orientador. Mestrado em Ergonomia na Segurança no Trabalho. Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana. 2004

O ruído industrial constitui, actualmente no nosso país, um risco ocupacional preocupante pelo que é urgente encontrar formas que levem as entidades empregadoras a tomarem a iniciativa para a resolução do problema da exposição ao ruído. Tal iniciativa é ainda mais urgente se considerarmos que Portugal, assim como os outros estados membros da UE, está obrigado, até Fevereiro de 2006, a transpor a directiva 2003/10/EC, de 06 de Fevereiro de 2003, a qual fixa o valor limite da exposição pessoal diária de um trabalhador ao ruído durante o trabalho, em 87 dB(A), menos 3 dB(A) do que a legislação em vigor. Neste contexto, procedeu-se à investigação dos efeitos do ruído na eficiência dos trabalhadores, através do acompanhamento de três equipas de trabalho que desempenhavam funções em duas linhas de produção, de uma das maiores empresas portuguesas na área da produção de sumos de fruta e refrigerantes. O modelo desenvolvido, composto por vinte e quatro variáveis, visava descobrir se a equipa com maior taxa de utilização de protectores auriculares apresentava níveis de produtividade mais elevados e se, durante o seu tempo de operação na linha, ocorriam menos paragens e menor tempo de paragem na mesma. Após a análise dos dados recolhidos, referente à produção de cinco meses concluiu-se, com um nível de confiança de 95%, que apenas existiam diferenças significativas entre equipas no tocante ao número de paragens da linha. Por outras palavras, o número de paragens na linha era menor quando esta era operada pela equipa com a maior taxa de utilização de protectores auditivos, e consequentemente menor exposição ao ruído.

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