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Estudo da impulsão dinâmica na transposição da barreira :

by Valamatos, Maria João de Oliveira
Published by : FMH, ([Cruz Quebrada] :) Physical details: X, 186 ps.:il.; 30 cm Subject(s): Atletismo --Corrida de barreiras | Atletismo --Corrida de velocidade | Biomecânica | Fadiga | Fisiologia | Força | Lactato | Membro inferior | Mestrado | Músculo | Treino de alto rendimento | Treino desportivo Year: 2003
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Tese Tese Faculdade de Motricidade Humana
FMH-BIBLIOTECA
Tese M 875 (Browse shelf) 0 Apenas consulta local
Tese Tese Faculdade de Motricidade Humana
FMH-BIBLIOTECA
Tese M 876 (Browse shelf) 0 Available
Tese Tese Reitoria - SDP
SDP-Teses
Dissertações de mestrado ULisboa TM043 FMH TAR6 2003 (Browse shelf) 3 Sem empréstimo

Veloso, António Prieto - Orientador. Mestrado em Treino de Alto Rendimento. Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana. 2003

O objectivo deste estudo foi avaliar a natureza das alterações dinâmicas da fase de impulsão da transposição da barreira que se processam com a instalação da fadiga láctica, e com a utilização da perna não dominante no ataque à barreira. Constituiu ainda objectivo deste trabalho avaliar a natureza das alterações na capacidade de produção de força máxima e em ciclo muscular de alongamento encurtamento, induzidas pela instalação da fadiga láctica.

Sete barreiristas de elite nacional (idade: 24.43 ± 5.68; altura: 1.82 ± 0.06 m; Massa: 71.79 ± 5.84 Kg; Melhor marca: 51.55 ± 1.72 s) efectuaram acções de transposição de barreiras, realizando a fase de impulsão sobre uma plataforma de forças tridimensional, sendo a acção filmada a 250 Hz, utilizando uma câmara de alta velocidade colocada no plano sagital. Estas avaliações contemplaram a transposição da barreira com a perna dominante, com a perna não dominante, e com a perna dominante em situação de fadiga. Foi ainda avaliada a capacidade máxima de produção de força dos músculos extensores dos membros inferiores num dinamómetro isométrico e as performances na execução de saltos verticais, antes e após a indução de fadiga através de um protocolo especifico à prova de 400 metros barreiras.

Os principais resultados demonstraram diminuições significativas em condições de fadiga, da Força Isométrica Máxima (p<.001) e da Taxa Máxima de Produção de Força (p<.05), do tempo de voo na realização do Salto Estático e consequentemente da altura máxima atingida pelo CG (p<.05), e ainda das forças de reacção do apoio na realização do Salto em Profundidade (p<.05).

Nas execuções de transposição da barreira verificaram-se aumentos da perda de velocidade horizontal durante o apoio, nas transposições com a perna de ataque não dominante (p<.01), e em condições de fadiga (p<.05), devido essencialmente a uma superior duração do apoio (p<.001), quer da fase de travagem (p<.001), quer da fase de propulsão (p<05), não tendo sido encontradas diferenças nas forças de reacção do apoio. O aumento da duração da fase de apoio associado a alterações no comportamento angular e consequentemente na dinâmica muscular, sugerem uma diminuição do stiffness e potência musculares, em situação de fadiga, e uma menor eficiência muscular na transposição da barreira com a perna não dominante.

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